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Wilson Witzel promete criar secretaria para explorar energia solar e eolica Rio

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    Editor
  • 9 de out. de 2018
  • 3 min de leitura

Atualizado: 10 de out. de 2018


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Os candidatos Wilson Witzel (PSC) e Eduardo Paes (DEM) vão disputar o segundo turno das eleições para governador no Rio de Janeiro no dia 28 de outubro.

Com 99,36% das urnas apuradas, Wilson contabilizou 41,26% dos votos válidos e Paes, 19,56%. Entre as medidas propostas pelo candidato do PSC estão incorporar a Agenersa em secretaria, exploração mineral e de energia solar e eólica no estado do Rio, Comperj e infraestrutura logística para o Porto do Açu

Witzel, que é ex-juiz federal, defendeu, ao longo da campanha, que o desenvolvimento econômico no estado seja feito por meio de parceria com a iniciativa privada e concessões de longo prazo. Witzel é considerado uma surpresa na eleição, pois vinha em 6º lugar nas pesquisas, mas após o debate na televisão no início da semana, começou a subir nas pesquisas.

Na última pesquisa do Instituto Datafolha, publicada sábado (6), ele já aparecia em, 2º lugar, empatado com Romário (Podemos), e em 3º na pesquisa do Ibope. Ele centrou a campanha no combate à corrupção e à criminalidade.

O projeto mais objetivo para a área de energia é incorporar a Agenersa em secretaria; a agência que regula o setor de gás no estado seria um órgão da administração direta.

Entre suas atribuições, a Agenersa aprova planos de investimento e reajustes de tarifas de gás da Ceg e Ceg Rio, as distribuidoras de gás que atuam no mercado fluminense – o segundo maior do país, atrás apenas de São Paulo.

Entre as propostas e materiais de campanha, Witzel divide-se entre atuações difusas – como apoiar a “retomada das obras do Comperj” – e projetos de infraestrutura como a construção de um arco rodoviário no Norte Fluminense. Cita, inclusive, o escoamento de carga pelo Porto do Açu.

Além do Comperj, o programa de governo de Witzel fala em “apoio” à criação de polos petroquímicos e à atividade de exploração e produção de energia. Diz que vai apoiar a construção da ferrovia Transoceânica, que também desemboca no Porto do Açu.

Fala também em temas que não são vocações clássicas do estado, como desenvolvimento de mineração e geração de energia solar e eólica.

Candidato do PSC, Wilson Witzel disparou nas pesquisas, com 39% de votos válidos na boca de urna divulgado pelo Ibope. O ex-prefeito carioca, Eduardo Paes (DEM) aparece me segundo, com 21% e o vereador Tarcísio Mota (Psol), com 15%. A pesquisa ouviu 2.600 eleitores neste domingo.

Até a reta final, Witzel era um candidato nanico, até se aproximar de Jair Bolsonaro (PSL) e a Justiça Eleitoral barrar a candidatura de Garotinho, quando Witzel se destaca nas pesquisas.


Propostas em destaque de Wilson Witzel

* Incorporação da AGENERSA à Secretaria como órgão da administração direta;


* Apoio à Ferrovia Transoceânica, desembocando no Porto do Açu;


* Implantar o Arco Rodoviário do Norte Fluminense com o objetivo de melhorar o tráfego da região e facilitar o acesso ao porto do Açu;


* Apoio à expansão da atividade petroleira nos campos do Estado;


* Apoio à criação de outros polos petroquímicos;


* Garantia de investimento em energia renovável, inclusive eólica e solar, com apoio a projetos de geração individual de energia;


* Desburocratização na exploração mineral e investimento de logística de escoamento;


* A criação de um fundo para revitalizar a Baía da Guanabara – com, no mínimo, 3% dos recursos oriundos dos royalties do petróleo, além de outras fontes;


* Reduzir sensivelmente a dependência do Rio de Janeiro dos royalties do petróleo, que são recursos voláteis e cujo impacto está ligado a fatores externos ao Rio de Janeiro, tais como o câmbio e o preço internacional do produto;


Fonte: Site: https://www.ambienteenergia.com.br

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